Te gosto...isto já basta por tudo!
Eu acordei bem mais feliz.
Tecer-me livremente por palavras, gritos sentidos, choros que não calei, declarações por fazer, versos que li, coisas assim...
Entre
E ai puxe a cadeira, sente nas paredes, aqui tudo é permitido, menos palavrão, pelo menos você não, de resto fique a vontade...
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Minha rixa contigo
Meu jeito é assim
Todo espalhado, vestida sem zelo, pensamento avoado
Tropeço no meu desejo
Não digo que estou
Falo do meu humor,
Esqueço de mandar recados
Acho que te gosto de novo
Depois ignoro, só pra te ver sentindo minha falta
E quando pedir por mim
Eu volto, volto sim
E sempre é como se eu não tivesse ido mesmo
Não posso com estas tuas bobagens
Horários marcados, dias anotados
Eu não posso
Não gosto das tuas besteiras
Não me diga o que fazer
Não me deixe adormecer
Se me mandar flores, eu vou te amar minha vida inteira
Inda que pense o contrário
Cumpro minha palavra
Se lhe prometi, cumprido estará
Mas deixe estas besteiras
Não me fale de qualquer jeito
Pois eu posso responder
Dependerá do meu humor, que você...
nunca virá reconhecer
Não se perca em meus olhos...
que eu não vou te deixar se reencontrar
Todo espalhado, vestida sem zelo, pensamento avoado
Tropeço no meu desejo
Não digo que estou
Falo do meu humor,
Esqueço de mandar recados
Acho que te gosto de novo
Depois ignoro, só pra te ver sentindo minha falta
E quando pedir por mim
Eu volto, volto sim
E sempre é como se eu não tivesse ido mesmo
Não posso com estas tuas bobagens
Horários marcados, dias anotados
Eu não posso
Não gosto das tuas besteiras
Não me diga o que fazer
Não me deixe adormecer
Se me mandar flores, eu vou te amar minha vida inteira
Inda que pense o contrário
Cumpro minha palavra
Se lhe prometi, cumprido estará
Mas deixe estas besteiras
Não me fale de qualquer jeito
Pois eu posso responder
Dependerá do meu humor, que você...
nunca virá reconhecer
Não se perca em meus olhos...
que eu não vou te deixar se reencontrar
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Retorno
Como se tivesse me retirado (não por vontade própria) agora retorno...
Fiquei meio em pânico estes dias, precisava escrever, mas qualquer coisas em mim mesma me impedia...A escrita, ao que sempre entendi, era algo que me era tão natural... e pelos primeiros dias em minha vida, nada saiu de mim, nem um montinho de palavra, nem um xingamento precário, nenhuma provocação...
Estou entendendo as coisas, reformulando as respostas, lavando as louças internas, preciso ter força pra dizer muitos nãos, e isto desviou e desviará minhas energias.
Estou retomando não tão bonita, nem muito integra... mais velha, diversa e talvez um pouco menos displicente.
Botando uns pontos finais aqui, jogando as sobras de representações farseadas acolá. Não digo que se tornou menos fácil me enganar agora, nem que estou plenamente refeita, não estou mais romântica, nem mais crente...
Estou é bem menos dolorida, não tenho mais tantos garranchos, nem preciso mais me apegar as sobras de outrem.
Estou é menos farta, vivendo em carne viva, minha voz está arranhada, minha frase imprecisa, mas meu pensamento voa ... este devia ser o meu plano, apenas me reconhecer regrada e insegura. Mas sem contar mais minhas mágoas, estranho é viver sem elas agora... me sinto leve e serena... uma mulher pequena e torta.
Mas encantada... eis me aqui...apenas um montinho de mim, o resto eu guardo pra outra hora. O fato real é que não me contenho ainda..
Fiquei meio em pânico estes dias, precisava escrever, mas qualquer coisas em mim mesma me impedia...A escrita, ao que sempre entendi, era algo que me era tão natural... e pelos primeiros dias em minha vida, nada saiu de mim, nem um montinho de palavra, nem um xingamento precário, nenhuma provocação...
Estou entendendo as coisas, reformulando as respostas, lavando as louças internas, preciso ter força pra dizer muitos nãos, e isto desviou e desviará minhas energias.
Estou retomando não tão bonita, nem muito integra... mais velha, diversa e talvez um pouco menos displicente.
Botando uns pontos finais aqui, jogando as sobras de representações farseadas acolá. Não digo que se tornou menos fácil me enganar agora, nem que estou plenamente refeita, não estou mais romântica, nem mais crente...
Estou é bem menos dolorida, não tenho mais tantos garranchos, nem preciso mais me apegar as sobras de outrem.
Estou é menos farta, vivendo em carne viva, minha voz está arranhada, minha frase imprecisa, mas meu pensamento voa ... este devia ser o meu plano, apenas me reconhecer regrada e insegura. Mas sem contar mais minhas mágoas, estranho é viver sem elas agora... me sinto leve e serena... uma mulher pequena e torta.
Mas encantada... eis me aqui...apenas um montinho de mim, o resto eu guardo pra outra hora. O fato real é que não me contenho ainda..
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
concentração
Prometo não perder a paciência
Respirar fundo diante de provocação
E farei de tudo pra depois não ter de alegar legitima defesa
Prometo pra satisfação alheia aceitar os convites
Falar mais sobre quase nada
Manter meus dentes a mostra
Agradecer aos serviços que eu mesma prestei
Não ter nenhuma taque cardia em público
não suar frio diante de conversas sem futuro
Manter a postura diante de gente egocêntrica e com dificuldades com sua própria identidade, como por exemplo invenções e sua propria introdução de outras classes sociais...(outro dia explico)
Prometo explicar as coisas com mais zelo, tentarei ser mais persistente com coisas e com as pessoas e mesmo que tudo isto me incomode não vou deixar nada pela metade...
Bom, mas por que raios estou dizendo estas coisas todas, se nem é final de ano ainda????Estranho...
Respirar fundo diante de provocação
E farei de tudo pra depois não ter de alegar legitima defesa
Prometo pra satisfação alheia aceitar os convites
Falar mais sobre quase nada
Manter meus dentes a mostra
Agradecer aos serviços que eu mesma prestei
Não ter nenhuma taque cardia em público
não suar frio diante de conversas sem futuro
Manter a postura diante de gente egocêntrica e com dificuldades com sua própria identidade, como por exemplo invenções e sua propria introdução de outras classes sociais...(outro dia explico)
Prometo explicar as coisas com mais zelo, tentarei ser mais persistente com coisas e com as pessoas e mesmo que tudo isto me incomode não vou deixar nada pela metade...
Bom, mas por que raios estou dizendo estas coisas todas, se nem é final de ano ainda????Estranho...
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Mudaram as estações
Eu te gostava assim...
Falando manso, cabendo certinho entre meus seios
Respirando pequeno
Eu te gostava assim, do teu corpo grande me pesando
Dos teus passos certos pelo quarto
Do teu cheiro, do teu amasso
Eu te gostava bem assim, todo confuso
Ainda que não cumprisse o que dizia
Me dando esperança que em algum momento seria diferente
Eu te queria assim daquele jeito
Contando piada de doido, rindo a tôa
Escorregando macio pelos meus vícios
Pelos meus olhos
Gostava do jeito que beijava
Gostava do jeito que vivia
Gostava do teu rosto enquanto comia
Gostava do jeito que que se enrolava em mim
Eu preciso te dizer que gostava até quando reclamava minha falta
Eu gostava de você sim um tantão assim...
Está tudo tão diferente agora.
Falando manso, cabendo certinho entre meus seios
Respirando pequeno
Eu te gostava assim, do teu corpo grande me pesando
Dos teus passos certos pelo quarto
Do teu cheiro, do teu amasso
Eu te gostava bem assim, todo confuso
Ainda que não cumprisse o que dizia
Me dando esperança que em algum momento seria diferente
Eu te queria assim daquele jeito
Contando piada de doido, rindo a tôa
Escorregando macio pelos meus vícios
Pelos meus olhos
Gostava do jeito que beijava
Gostava do jeito que vivia
Gostava do teu rosto enquanto comia
Gostava do jeito que que se enrolava em mim
Eu preciso te dizer que gostava até quando reclamava minha falta
Eu gostava de você sim um tantão assim...
Está tudo tão diferente agora.
sábado, 2 de outubro de 2010
Se as pessoas imaginassem...
Preta ouve-me
És linda, tua voz, tua pele...
Então por que chora?
Me construí pra ti, falamos em não morrer
Brincamos de luta
Então Preta vê se não chora
O mundo não era belo pra ti...
As pessoas nunca foram boas...
Não estremeça esta carne
Não abra ainda a guarda
Você ainda pode respirar diferente, não tomaram teus pulsos
Ainda que zombem dos teus planos.
Pode deixar seu coração acelerar
Mas não chore, bote aquele vestido de chita
Passa aquele batom que te deixa vistosa, bonita
Leve teu nariz espalhado, teu cabelo eiriçado,
Tua voz grave, serena, já se faz rouca
Cheirosa... mulher grande
Não chora
Não brinca de não ser de verdade...
Boneca de pano que se fere...
Pode apenas suspirar alto
Mas não chora não
Preta ouve-me
És linda, tua voz, tua pele...
Então por que chora?
Me construí pra ti, falamos em não morrer
Brincamos de luta
Então Preta vê se não chora
O mundo não era belo pra ti...
As pessoas nunca foram boas...
Não estremeça esta carne
Não abra ainda a guarda
Você ainda pode respirar diferente, não tomaram teus pulsos
Ainda que zombem dos teus planos.
Pode deixar seu coração acelerar
Mas não chore, bote aquele vestido de chita
Passa aquele batom que te deixa vistosa, bonita
Leve teu nariz espalhado, teu cabelo eiriçado,
Tua voz grave, serena, já se faz rouca
Cheirosa... mulher grande
Não chora
Não brinca de não ser de verdade...
Boneca de pano que se fere...
Pode apenas suspirar alto
Mas não chora não
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